Mude, mas comece devagar, porque a direção é mais importante que a velocidade.
Dezoito questões da Casa 2596
Eu não queria e não quero que esses valores que eu pago, referentes aos alugueis da Casa 2596, sejam transferidos (imediatamente) para os demais coerdeiros.
Minha proposta é que, futuramente, quando houver a venda da propriedade (ou desmembramentos), esses coerdeiros receberão TUDO a que tiverem direito (inclusive os valores proporcionais desses alugueis), corrigidos monetariamente.
Mas não agora!!!
Veja a seguir as minhas razões
Eis o principal motivo
As crianças estão passando necessidades!
👆👆👆
Aluguel da Casa 2596.
Vencimento 20.11.25.
NOVEMBRO. Parcela
13/48. Paga em 15.11.25.
R$ 630,13.
Redirecionando para ajuda aos órfãos da Kelly, nossos
sobrinhos, que estão passando necessidades. Eu ficaria muito surpreso e bastante contente se os
coerdeiros passassem a concordar com esse meu gesto humanitário. Caso,
lamentavelmente, continuem não concordando, uma saída possível para eles é
recorrer ao Poder Judiciário contra mim.
Mandei cópia para a Talberg, que poderia fazer uma enquete a
respeito.
Bom frisar que essa propriedade só cresceu até 1971.Depois que eu fui para São Paulo (em Janeiro de 1972, para estudar Filosofia na USP), não compramos nem sequer um metro quadrado de terreno. Ou seja, sem mim o patrimônio não cresceu.Aliás, diminuiu. Era eu quem gerenciava a Churrascaria do Luizito. Apesar do trabalho árduo da minha Mãe, sem mim nada funcionava. Tanto que, nove meses depois que eu parti, meu Pai arrendou o restaurante para o Jeová, num contrato de três anos. Em seguida, mais três anos para o Lico. Foram seis anos de ruína financeira para a família. O terreno onde tínhamos a casa de madeira (ao lado do estacionamento) foi vendido para o Otávio, por volta de 1975. Depois, no início dos anos 90, criamos a Choperia(*), construída quase totalmente com dinheiro que eu mandei. Eu cheguei a deixar cheques assinados em branco para o Zezé usar nesse projeto (Júnior e Eliane lembram-se disso, e mandaram-me recentemente um testemunho por escrito). A Eloisa e a Regina devem se lembrar disso também. É só perguntar pra elas.
(*) A então Choperia (que, economicamente, foi um fracasso monumental) é hoje o salão à esquerda de quem entra na Churrascaria dos Gaúchos.
O portão da Casa Azul tem lanças coloridas e flores com
memórias flamejantes. Tem hibiscos pendurados, helicônias e pitangas, que se abraçam todo
dia, como estrelas cintilantes ao luar.
Como ela não me respondeu formalmente agé o dia 06.11.25, já fiz um Boletim de Ocorrência Policial a respeito, citando inicialmente apenas o Zé Reinaldo. Depois veremos a questão da Isabelle.
Depósitos para compensação dos aluguéis da Casa 2596
Depósitos para Kelly, Maria, Joice.
Já deve passar bastante de R$ 60.000,00.
E tem gente achando que eu devo aluguel... rs!
Repito.
Eu não queria e não quero que esses valores que eu pago, referentes aos alugueis da Casa 2596, sejam transferidos (imediatamente) para os demais coerdeiros.
Minha proposta é que, futuramente, quando houver a venda da propriedade (ou desmembramentos), esses coerdeiros receberão TUDO a que tiverem direito (inclusive os valores proporcionais desses alugueis), corrigidos monetariamente.
Mas não agora!!!
Eis o principal motivo
As crianças estão passando necessidades!
Esse CPF acima é de quem mesmo?
Depósito "em juízo"... rs!
Depois nossos advogados resolvem essa questão.
Depósito "em juízo" (neste caso foi para EFdeO) do valor do aluguel da Casa 2596...
Parece que são sete (verificar com Hercília).
Fora os valores anteriores (em nome do Júnior).
Eis o valor atual do aluguel mensal, segundo Hercília.
Bom frisar que essa propriedade só cresceu até 1971.Depois que eu fui para São Paulo (em Janeiro de 1972, para estudar Filosofia na USP), não compramos nem sequer um metro quadrado de terreno. Ou seja, sem mim o patrimônio não cresceu.Aliás, diminuiu. Era eu quem gerenciava a Churrascaria do Luizito. Apesar do trabalho árduo da minha Mãe, sem mim nada funcionava. Tanto que, nove meses depois que eu parti, meu Pai arrendou o restaurante para o Jeová, num contrato de três anos. Em seguida, mais três anos para o Lico. Foram seis anos de ruína financeira para a família. O terreno onde tínhamos a casa de madeira (ao lado do estacionamento) foi vendido para o Otávio, por volta de 1975. Depois, no início dos anos 90, criamos a Choperia(*), construída quase totalmente com dinheiro que eu mandei. Eu cheguei a deixar cheques assinados em branco para o Zezé usar nesse projeto (Júnior e Eliane lembram-se disso, e mandaram-me recentemente um testemunho por escrito). A Eloisa e a Regina devem se lembrar disso também. É só perguntar pra elas.
(*) A então Choperia (que, economicamente, foi um fracasso monumental) é hoje o salão à esquerda de quem entra na Churrascaria dos Gaúchos.
Dona Roseli limpa o túmulo uma vez por semana e manda fotos.
Limpeza de hoje.
20.02.25
Sra Roseli. Vencto 25.02.25.
A seguir a questão do IPTU
Mas só vou retirar esse processo acima se elas se mostrarem éticas, e se a Eloisa fizer a Prestação de Contas do Inventário.
Uma proposta conciliatória minha, feita há mais de um ano, ainda sem resposta.
Última tentativa antes da execução da sentença.
Tentando explicar.
21.02.25.
Hercília, aguardo tua resposta para tomar uma decisão no
âmbito judicial. Que pode favorecer (financeiramente) a
Eloisa, a Rosalba e a viúva do Luiz José, ou pode talvez prejudicá-las de modo
irreversível.
Por enquanto apenas Zé Reinaldo. A questão da Isabelle a gente resolve depois.
Repito, só pra finalizar.
A propósito da venda...
Bom frisar que essa propriedade só cresceu até 1971.Depois que eu fui para São Paulo (em Janeiro de 1972, para estudar Filosofia na USP), não compramos nem sequer um metro quadrado de terreno. Ou seja, sem mim o patrimônio não cresceu.Aliás, diminuiu. Era eu quem gerenciava a Churrascaria do Luizito. Apesar do trabalho árduo da minha Mãe, sem mim nada funcionava. Tanto que, nove meses depois que eu parti, meu Pai arrendou o restaurante para o Jeová, num contrato de três anos. Em seguida, mais três anos para o Lico. Foram seis anos de ruína financeira para a família. O terreno onde tínhamos a casa de madeira (ao lado do estacionamento) foi vendido para o Otávio, por volta de 1975. Depois, no início dos anos 90, criamos a Choperia(*), construída quase totalmente com dinheiro que eu mandei. Eu cheguei a deixar cheques assinados em branco para o Zezé usar nesse projeto (Júnior e Eliane lembram-se disso, e mandaram-me recentemente um testemunho por escrito). A Eloisa e a Regina devem se lembrar disso também. É só perguntar pra elas.
(*) A então Choperia (que, economicamente, foi um fracasso monumental) é hoje o salão à esquerda de quem entra na Churrascaria dos Gaúchos.
A Família já morou por alguns anos numa casinha de madeira, alugada, na Rua Sete de Setembro, na Vila Beca. A situação econômica era quase desesperadora. O restaurante havia sido alugado por um valor ridículo, os recursos financeiros eram escassos, e a família era grande. As crianças brigavam por um pedaço de pão. O Pai chegou a trabalhar uns tempos na chácara do Lazico. A Mãe certa vez me disse que um dia ela foi vender um velho corte de tecido para uma vizinha, a fim de comprar comida para o almoço...
Sou apenas um poeta. Mas estou profundamente envolvido em alcançar uma concepção de arte e de literatura que se transforme numa emocionante Filosofia de Vida.