Dezoito questões da Casa 2596


Eu não queria e não quero que esses valores que eu pago, referentes aos alugueis da Casa 2596, sejam transferidos (imediatamente) para os demais coerdeiros. 

Minha proposta é que, futuramente, quando houver a venda da propriedade (ou desmembramentos), esses coerdeiros receberão TUDO a que tiverem direito (inclusive os valores proporcionais desses alugueis), corrigidos monetariamente.

Mas não agora!!!

Veja a seguir as minhas razões
Eis o principal motivo
As crianças estão passando necessidades!

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Aluguel da Casa 2596.

Vencimento  20.11.25.

NOVEMBRO.  Parcela 13/48. Paga em 15.11.25.

R$ 630,13.

Redirecionando para ajuda aos órfãos da Kelly, nossos sobrinhos, que estão passando necessidades. Eu ficaria muito surpreso e bastante contente se os coerdeiros passassem a concordar com esse meu gesto humanitário. Caso, lamentavelmente, continuem não concordando, uma saída possível para eles é recorrer ao Poder Judiciário contra mim.

    

Mandei cópia para a Talberg, que poderia fazer uma enquete a respeito.



Dizem que uma boa imagem vale  por mil palavras

Mas é preciso continuar...

Porque eu tenho o seguinte Plano
Proposto em 26.10.25.
Mesmo sabendo que quase todos os demais coerdeiros não aceitarão.

Apesar disso, vou continuar transferindo os valores dos alugueis da Casa 2596 diretamente para os órfãos da Kelly.


A propósito da venda...

Bom frisar que essa propriedade só cresceu até 1971. Depois que eu fui para São Paulo (em Janeiro de 1972, para estudar Filosofia na USP), não compramos nem sequer um metro quadrado de terreno. Ou seja, sem mim o patrimônio não cresceu. Aliás, diminuiu. Era eu quem gerenciava a Churrascaria do Luizito. Apesar do trabalho árduo da minha Mãe, sem mim nada funcionava. Tanto que, nove meses depois que eu parti, meu Pai arrendou o restaurante para o Jeová, num contrato de três anos. Em seguida, mais três anos para o Lico. Foram seis anos de ruína financeira para a família. O terreno onde tínhamos a casa de madeira (ao lado do estacionamento) foi vendido para o Otávio, por volta de 1975. Depois, no início dos anos 90, criamos a Choperia (*), construída quase totalmente com dinheiro que eu mandei. Eu cheguei a deixar cheques assinados em branco para o Zezé usar nesse projeto (Júnior e Eliane lembram-se disso, e mandaram-me recentemente um testemunho por escrito). A Eloisa e a Regina devem se lembrar disso também. É só perguntar pra elas.

(*) A então Choperia (que, economicamente, foi um fracasso monumental) é hoje o salão à esquerda de quem entra na Churrascaria dos Gaúchos.


Voltemos aos tempos mais recentes...



Terceira questão.
A casa 2596 estava assim antes da reforma inicial.

E ficou assim depois da reforma inicial.



O portão da Casa Azul tem lanças coloridas e flores com memórias flamejantes. Tem hibiscos pendurados, helicônias e pitangas, que se abraçam todo dia, como estrelas cintilantes ao luar.

🩵🌷🩷

15.11.25.


Mais pitangas colhidas hoje.
17.11.25.




Solicitação que fiz à Hercília em 31.10.25.

Como ela não me respondeu formalmente agé o dia 06.11.25, já fiz um Boletim de Ocorrência Policial a respeito, citando inicialmente apenas o Zé Reinaldo. Depois veremos a questão da Isabelle.



Depósitos para compensação dos aluguéis da Casa 2596


Depósitos para Kelly, Maria, Joice.

Já deve passar bastante de R$ 60.000,00.

E tem gente achando que eu devo aluguel... rs!


Repito.


Eu não queria e não quero que esses valores que eu pago, referentes aos alugueis da Casa 2596, sejam transferidos (imediatamente) para os demais coerdeiros. 

Minha proposta é que, futuramente, quando houver a venda da propriedade (ou desmembramentos), esses coerdeiros receberão TUDO a que tiverem direito (inclusive os valores proporcionais desses alugueis), corrigidos monetariamente.

Mas não agora!!!
Eis o principal motivo
As crianças estão passando necessidades!



Esse CPF acima é de quem mesmo?
Depósito "em juízo"... rs!

Depois nossos advogados resolvem essa questão.


Depósito "em juízo" (neste caso foi para EFdeO) do valor do aluguel da Casa 2596...


Parece que são sete (verificar com Hercília).
Fora os valores anteriores (em nome do Júnior).





Eis o valor atual do aluguel mensal, segundo Hercília.


Ninguém será financeiramente prejudicado.

É só uma lição de ética, paciência e solidariedade humana.






A propósito da venda...


Bom frisar que essa propriedade só cresceu até 1971. Depois que eu fui para São Paulo (em Janeiro de 1972, para estudar Filosofia na USP), não compramos nem sequer um metro quadrado de terreno. Ou seja, sem mim o patrimônio não cresceu. Aliás, diminuiu. Era eu quem gerenciava a Churrascaria do Luizito. Apesar do trabalho árduo da minha Mãe, sem mim nada funcionava. Tanto que, nove meses depois que eu parti, meu Pai arrendou o restaurante para o Jeová, num contrato de três anos. Em seguida, mais três anos para o Lico. Foram seis anos de ruína financeira para a família. O terreno onde tínhamos a casa de madeira (ao lado do estacionamento) foi vendido para o Otávio, por volta de 1975. Depois, no início dos anos 90, criamos a Choperia (*), construída quase totalmente com dinheiro que eu mandei. Eu cheguei a deixar cheques assinados em branco para o Zezé usar nesse projeto (Júnior e Eliane lembram-se disso, e mandaram-me recentemente um testemunho por escrito). A Eloisa e a Regina devem se lembrar disso também. É só perguntar pra elas.

(*) A então Choperia (que, economicamente, foi um fracasso monumental) é hoje o salão à esquerda de quem entra na Churrascaria dos Gaúchos.


Voltemos aos tempos mais recentes...


Em março de 2022 eu gravei um áudio em que eu dizia que jamais iria atrapalhar a venda dessa propriedade. E mantenho essa minha palavra. Sob certas condições, é claro. Transparência é uma delas. O direito de fazer perguntas sobre a eventual transação, é outra.  Aliás, em agosto de 2020 já tínhamos um site tratando disso.
Dê um click no link acima e veja.

(...)

*****

Por falar em reformas não autorizadas pelos coerdeiros, veja o vídeo a seguir


Um vídeo da lamentável situação anterior.
      
Essa reforma da Rua 15 (em 2023) foi paga por mim, e eu ainda não fui reembolsado.
10.11.25.










Reação a uma herança roubada.
Veja vídeo a seguir.

.




Atualizar.
Agora já são nove anos.


Dona Roseli limpa o túmulo uma vez por semana e manda fotos.

Limpeza de hoje.

20.02.25




Sra Roseli. Vencto 25.02.25.




A seguir a questão do IPTU





Mas só vou retirar esse processo acima se elas se mostrarem éticas, e se a Eloisa fizer a Prestação de Contas do Inventário.



Uma proposta conciliatória minha, feita há mais de um ano, ainda sem resposta.




Última tentativa antes da execução da sentença.



Tentando explicar.
21.02.25.

Hercília, aguardo tua resposta para tomar uma decisão no âmbito judicial.  Que pode favorecer (financeiramente) a Eloisa, a Rosalba e a viúva do Luiz José, ou pode talvez prejudicá-las de modo irreversível.

Depende de você.

Espero a tua compreensão.

21.02.25. 16h24.



Se você quiser ver as reformas que fizemos na Casa 2616, click na imagem a seguir.


O saldo do reembolso a que tenho direito por tais despesas ainda deve ser compensado no acerto dos aluguéis da Casa 2596.

Hercília da Espaço Imóveis está ciente disso.




Ainda colocaremos legendas nessas imagens acima.






O Jardim da Mãe.
23.02.25.





Reação a uma herança roubada.
Veja vídeo a seguir.

.


















Um vídeo da lamentável situação anterior.
      

Essa reforma da Rua 15 (em 2023) foi paga por mim, e eu ainda não fui reembolsado.
10.11.25.


Faltando atualizar até 31.12.2025.




Mas tem dois ou três coerdeiros dizendo, em público, que eu estou devendo alugueis da Casa 2596...



Por enquanto apenas Zé Reinaldo. A questão da Isabelle a gente resolve depois.





Repito, só pra finalizar.


A propósito da venda...


Bom frisar que essa propriedade só cresceu até 1971. Depois que eu fui para São Paulo (em Janeiro de 1972, para estudar Filosofia na USP), não compramos nem sequer um metro quadrado de terreno. Ou seja, sem mim o patrimônio não cresceu. Aliás, diminuiu. Era eu quem gerenciava a Churrascaria do Luizito. Apesar do trabalho árduo da minha Mãe, sem mim nada funcionava. Tanto que, nove meses depois que eu parti, meu Pai arrendou o restaurante para o Jeová, num contrato de três anos. Em seguida, mais três anos para o Lico. Foram seis anos de ruína financeira para a família. O terreno onde tínhamos a casa de madeira (ao lado do estacionamento) foi vendido para o Otávio, por volta de 1975. Depois, no início dos anos 90, criamos a Choperia (*), construída quase totalmente com dinheiro que eu mandei. Eu cheguei a deixar cheques assinados em branco para o Zezé usar nesse projeto (Júnior e Eliane lembram-se disso, e mandaram-me recentemente um testemunho por escrito). A Eloisa e a Regina devem se lembrar disso também. É só perguntar pra elas.

(*) A então Choperia (que, economicamente, foi um fracasso monumental) é hoje o salão à esquerda de quem entra na Churrascaria dos Gaúchos.


Voltemos aos tempos mais recentes...




A seguir, alguns links que podem ajudar nas análises da situação.

 

https://www.edson2025.com/p/c2596.html

 As dezoito questões da Casa Azul


https://www.edson2025.com/p/2616.html

 As reformas da Casa 2616


https://www.edson2025.com/p/rua15.html

 A reforma do muro da Rua 15


https://www.edson2025.com/p/space.html

 Conversas com a Espaço Imóveis


https://www.edson2025.com/p/venda.html

 A questão da venda da propriedade toda


https://churrascariafronteira.blogspot.com/2020/04/003.html

 A história da Churrascaria


https://www.edson2025.com/p/k.html  (*)

A situação da Kelly e seus filhos






A Família já morou por alguns anos numa casinha de madeira, alugada, na Rua Sete de Setembro, na Vila Beca. A situação econômica era quase desesperadora. O restaurante havia sido alugado por um valor ridículo, os recursos financeiros eram escassos, e a família era grande. As crianças brigavam por um pedaço de pão. O Pai chegou a trabalhar uns tempos na chácara do Lazico. A Mãe certa vez me disse que um dia ela foi vender um velho corte de tecido para uma vizinha, a fim de comprar comida para o almoço...





Sou apenas um poeta. Mas estou profundamente envolvido em alcançar uma concepção de arte e de literatura que se transforme numa emocionante Filosofia de Vida.



Dezembro 2025.